<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-35881728</id><updated>2012-02-11T02:40:52.449-02:00</updated><category term='O jornalista e O assassino Janet Malcolm'/><category term='Brecha'/><category term='Little Women Louisa May Alcott'/><category term='Ateísmo e preconceito'/><title type='text'>Le Fabuleux Destin</title><subtitle type='html'>Existe?</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Nata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00607614884705260286</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_uNt0ykzQjYY/TF7x97DC3AI/AAAAAAAABGo/-dz2croZMW0/S220/pb.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>9</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35881728.post-1035180024188421791</id><published>2012-01-27T15:16:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T15:16:09.511-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Little Women Louisa May Alcott'/><title type='text'>#2 Little Women</title><content type='html'>"'Christmas won't be Christmas without any presentes,' grumbled Jo, lying on the rug."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim começa essa bela história da escritora estadunidense Louisa May Alcott. Meu primeiro contato com o livro aconteceu em 2005, quando roubei da estante de minha tia um livro chamado "Mujercitas". Minha intenção era mais que nada, ler algum grande exemplar em espanhol, mas acabei me apaixonando pela vida de Jo. Consegui a versão original - não corrigida - publicada em 1868 e 1869 (segunda parte que virou um livro só). É uma edição da Penguin Books, vendida por um preço razoável na maior livraria do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pintada por muitos como uma história moralista, que prega valores como o civismo, o amor à pátria e a dedicação feminina ao lar; essa com certeza é a primeira história que me sensibilizou, assim como fez com muitas mulheres desde 1868, para a questão feminina. E talvez para algo ainda mais importante, para a escrita feminina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As young readers like to know "how people look", we will take this moment to give them a little sketch of the four sisters, who sat knitting away in the twilight, while the December snow fell quietly without, and the fire crackled cheerfully within... &amp;nbsp;Fifteen-year old Jo was very tall, thin and brown, and reminded one of a colt; for she never seemed to know what to do with her long limbs, which were very much in her way. She had a decided mouth, a comical nose, and sharp gray eyes, which appeared to see everything, and were by turns fierce, funny, or thoughful. Her long, thick hair was her one beauty; but it was usually bundled into a net, to be out of her way. Round shoulders had Jo, big hands and feet, a fly-away look to her clothes, and the uncomfortable appearance of a girl who was rapidly shooting up into a woman, and didn't like it."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jo é um exemplo de mulher para sua época, e em proporções estabelecidas, para os tempos atuais também. Essas quatro irmãs, unidas por valores familiares, representam a família que todos esperam ter. Não digo isso pensando em sua forma convencional, até porque é algo que incomoda Jo no livro. Mas família no sentido puro da palavra. Com desavenças e problemas, mas principalmente, com humor, criatividade e força. Uma força feminina que sempre precisa provar seu valor. Quando os homens vão para a guerra, são as mulheres que ficam e aguentam inverno e verão juntando esperanças e unindo forças para sobreviver. São elas que mantém o equilíbrio de uma casa, a intensidade de um relacionamento.&lt;br /&gt;"A necessidade é a mãe da criatividade". "Nem pobreza nem tristeza impedem uma mulher de sonhar". Foi com as peças de teatro e as conversas entre as irmãs que ri sozinha durante a madrugada. Foi Beth quem me fez soluçar em uma leitura pela primeira vez na vida. Existe entre essas personagens um encanto realista e sonhador ao mesmo tempo. Com certeza não é resultado apenas da história, bastante simples se pensarmos que conta a vida de uma família de classe média composta unicamente por mulheres - tendo o pai sido convocado para a guerra.&lt;br /&gt;É a forma de narrar essas vida que faz toda diferença, essa escrita feminina, sensível aos detalhes e às características das personagens.&amp;nbsp;Existe alguma coisa nessa história que te marca e é para sempre. Seja em espanhol, em inglês ou em português.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35881728-1035180024188421791?l=nat-fabuleuxdestin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/feeds/1035180024188421791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35881728&amp;postID=1035180024188421791&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/1035180024188421791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/1035180024188421791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/2012/01/2-little-women.html' title='#2 Little Women'/><author><name>Nata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00607614884705260286</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_uNt0ykzQjYY/TF7x97DC3AI/AAAAAAAABGo/-dz2croZMW0/S220/pb.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35881728.post-5838429489948403760</id><published>2012-01-10T15:44:00.000-02:00</published><updated>2012-01-10T15:44:33.357-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O jornalista e O assassino Janet Malcolm'/><title type='text'>#1 O jornalista e o Assassino</title><content type='html'>“Os mais pomposos falam de liberdade de expressão e do ‘direito do público a saber’; os menos talentosos falam sobre a Arte; os mais decentes murmuram algo sobre ganhar a vida.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminei na noite passada a leitura de “O jornalista e o Assassino”, presente irônico de natal que veio em ótima hora. “Um crime choca os Estados Unidos e provoca uma reflexão sobre a ética jornalística” essa frase floreia a capa do livro da jornalista Janet Malcolm. Pra quem não sabe, ela é considerada por muitos como uma das maiores jornalistas do século XX. Nasceu em Praga e foi ainda pequena para a América, fugindo da Segunda Guerra principalmente por ser judia. Trabalhou desde 1963 na revista New Yorker e escreveu livros de reportagem sobre Sylvia Plath, Gertrude Stein, Anton Tchékhov e o disputado legado de Freud. &lt;br /&gt;Mas “O jornalista e o Assassino” não é uma grande reportagem. Aqui ela conta o caso do médico Jeffrey MacDonald - condenado pelo assassinato da esposa e das duas filhas - que entrou com uma ação judicial contra um jornalista: Joe McGinniss. Acontece que esse tal de Joe (outro jornalista famoso) escreveu um livro sobre a vida do médico baseado em entrevistas feitas durante o julgamento e na prisão. Os dois conviveram entre encontros e cartas durante quatro anos e se tornaram de alguma maneira amigos. O médico sempre se disse inocente das acusações e apostava no livro de Joe para se livrar das dúvidas a seu respeito. Quando o livro saiu, MacDonald percebeu que o jornalista falava de um homem psicótico e assassino nato, traindo a confiança inspirada durante os anos.&lt;br /&gt;Quais são os limites de um jornalista? Mentir para conseguir informações é válido? Fingir gostar e concordar com alguém para ganhar sua confiança e confissão é crime? &lt;br /&gt;Pela primeira vez essas questões foram levadas ao tribunal nos Estados Unidos e Janet, como jornalista, não podia deixar essa história passar sem análise, sem registro. &lt;br /&gt;Como estudante de jornalismo é impossível não se envolver com o fato. Nossa postura durante uma entrevista, aquilo que fazemos para estimular o entrevistado a falar mais, a falar tudo, parece subitamente errado, ou ao menos, algo a ser pensado. Obviamente eu nunca dormi na casa de um entrevistado ou aceitei pagamento de alguma forma. Mas existem situações, e todos sabem que sim, em que negar alguma coisa é uma maneira de fechar a porta da intimidade. E é exatamente com isso que a maioria das histórias surge, com a intimidade alheia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O traço dominante e mais profundamente marcado do jornalista é o seu acanhamento. Enquanto o romancista se atira sem temor às águas da autoexibição, o jornalista fica tremendo na beira, dentro de seu roupão. A extenuante ginástica de expor as próprias dores e vergonhas mais profundas perante o mundo - tarefa diária do romancista - não é para ele. O jornalista limita-se ao trabalho limpo, cavalheiresco, de expor as dores e as vergonhas alheias.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São vários os assuntos tratados e questionamentos levantados nesta narrativa. A esperança que cada entrevistado deposita na mão do jornalista, contando seus dramas, sempre é desfalcada. Todo entrevistado se frustra de alguma maneira com a imagem reproduzida e mesmo assim, sempre estará disposta a falar. É o prazer de contar sua história, o encanto do jornalista atencioso e preocupado com cada detalhe relatado, é uma relação inevitável e potencialmente perigosa.&lt;br /&gt;“Qualquer jornalista que não seja demasiado obtuso ou cheio de si para perceber o que está acontecendo sabe que o que ele faz é moralmente indefensável.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35881728-5838429489948403760?l=nat-fabuleuxdestin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/feeds/5838429489948403760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35881728&amp;postID=5838429489948403760&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/5838429489948403760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/5838429489948403760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/2012/01/1-o-jornalista-e-o-assassino.html' title='#1 O jornalista e o Assassino'/><author><name>Nata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00607614884705260286</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_uNt0ykzQjYY/TF7x97DC3AI/AAAAAAAABGo/-dz2croZMW0/S220/pb.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35881728.post-7881181078632806731</id><published>2011-11-27T21:58:00.000-02:00</published><updated>2011-11-27T21:58:03.126-02:00</updated><title type='text'>Fernanda e Lígia</title><content type='html'>Sorria para todos, cruzava as pernas e tomava mais um gole do seu clericot. Em nada achava graça realmente, apenas ria para não ter que falar. Bebia para não precisar falar. Sentia um profundo desânimo, uma falta de vontade absoluta. A bebida sequer fazia efeito, já não encontrava motivações para os jogos de sedução da noite nem para as besteiras compartilhadas com os amigos. Mesmo o sexo, antes tão presente em sua vida, já não comprazia como antes. Em um instante tudo terminava ou ela fingia para que terminasse, cansada desse ritual rotineiro.&lt;br /&gt;Ao seu redor, homens e mulheres vestiam suas melhores roupas e contornavam imperfeições com diferentes técnicas, do pó de arroz ao humor. Falavam todos sobre os assuntos de sempre, sem real intenção de ouvir, relatavam curtas histórias e deleitavam-se com a conquista de atenção. Ela observava, antecipando comentários e movimentos, conhecedora dessas tantas tentativas de agradar, de se situar. Há tempos tinha desistido de julgar. Havia se enredado muitas vezes nas mesmas cordas soltas para poder apertar a dos outros com maldade ou força. Sentia uma desesperança medonha.&lt;br /&gt;Os motivos eram desconhecidos. Ela apontava para a falta de sorte enquanto os outros reclamavam-lhe amor. Observava as vitrines na rua e desejava ser tão desumana quanto um manequim. A complexidade de um relacionamento só lhe proporcionava tédio, os dramas que precisava representar para provar interesse eram fastidiosos demais e não se interessava por qualquer pessoa que tentasse muito. Resignava-se a não investir, não propor, não tentar.&lt;br /&gt;Fernanda observava com olhos ávidos a movimentação no bar. Sentia um prazer incomensurável apenas pelo fato de estar ali, rodeada por homens e mulheres tão admiráveis. Sentia-se incluída em um grupo perfeito, onde inteligência e humor estavam de sobra e não havia quem censurasse um arranjo ou um comentário. Os homens lhe ofereciam drinks e conversavam sobre tudo que lhe fascinava. Ela não conseguia controlar a emoção e se afligia ao saber que por depositar demasiada atenção em algo específico perderia tudo que a rodeava. Coisas maravilhosas aconteciam a cada instante e os poucos goles já faziam com que ela também expusesse suas impressões.&lt;br /&gt;Admirava os casais liberais e até mesmo os mais conservadores da mesa, inseparáveis na confiança. Os homens experientes recitavam versos e discutiam cinema. Ela tentava memorizar tudo que era dito, absorver a nuvem de sabedoria que pairava sobre eles. Observava as mulheres principalmente, admirava a desenvoltura de seus movimentos e a personalidade contida em suas roupas. Percebia as insinuações e trocas entre elas e os homens e se deliciava com os comentários e as troças.&lt;br /&gt;Aquela noite era definitivamente um marco em sua vida, provavelmente a melhor noite até aquele momento e se tivesse sorte a primeira de muitas. Percebia a dedicação de Nicolas e sentia o coração bater muito forte ao imaginar que aquele homem maduro e belo poderia estar interessado. Sentia o mundo nas mãos, sentia que estava presente, viva, que não era apenas uma menina sem graça ou futuro.&lt;br /&gt;Nesse momento Fernanda reparou que alguém não participava da conversação. Olhou para Lígia atentamente, ela bebia com suavidade, passeava os olhos pelo ambiente. Parecia alheia, mas sua forte presença era indiscutível. A postura de Lígia inspirava segurança, uma indiferença soberana de quem viveu muito, de quem sabe muito. De quem não precisava agradar, ela fazia parte daquele grupo por excelência. Fernanda pensou que ali estava uma mulher a ser admirada. Forte, independente, brilhante. Tanto que não conseguia mais reparar no restante. A presença de Lígia perturbava. Fernanda queria amar aquela imagem, aquele ser. Queria ser exatamente assim e faria de tudo para ser, sem saber, tão profundamente infeliz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35881728-7881181078632806731?l=nat-fabuleuxdestin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/feeds/7881181078632806731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35881728&amp;postID=7881181078632806731&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/7881181078632806731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/7881181078632806731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/2011/11/fernanda-e-ligia.html' title='Fernanda e Lígia'/><author><name>Nata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00607614884705260286</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_uNt0ykzQjYY/TF7x97DC3AI/AAAAAAAABGo/-dz2croZMW0/S220/pb.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35881728.post-5756383961828220064</id><published>2011-10-31T23:31:00.001-02:00</published><updated>2011-10-31T23:31:36.117-02:00</updated><title type='text'>Teatro</title><content type='html'>Gostaria de trabalhar no teatro. Mas nesse teatro que eu vejo quando penso: teatro. Adoraria trabalhar ali pela magia que tem. Tem porque eu não conheço realmente. Essa magia da ignorância, essa beleza do fantástico, do impossível. Esses encantos infantis que nos fazem tão bem. Seria tão lindo trabalhar no teatro, na preparação, nas dificuldades, nas últimas horas antes da estréia. Montar e desmontar cenários, vivendo todas as histórias por trás dessas que o teatro apresenta. &lt;br /&gt;Gostaria mas tenho muito medo. Medo mesmo, medo covarde. Medo de conhecer realmente o teatro. De saber que tudo é ofício e que nada de mágico existe por trás da cortina. Matar os sonhos infantis com a realidade hostil do trabalho braçal, das dificuldades, dos problemas impossíveis de resolver por questões financeiras, justo antes da estréia. Montar e desmontar cenários como quem troca de roupa. Sem me importar com quem está ali, sentado esperando o teatro ser o que se espera que seja. Magia para quem não conhece, rotina para quem nele trabalha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35881728-5756383961828220064?l=nat-fabuleuxdestin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/feeds/5756383961828220064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35881728&amp;postID=5756383961828220064&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/5756383961828220064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/5756383961828220064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/2011/10/teatro.html' title='Teatro'/><author><name>Nata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00607614884705260286</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_uNt0ykzQjYY/TF7x97DC3AI/AAAAAAAABGo/-dz2croZMW0/S220/pb.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35881728.post-4491555484375998774</id><published>2011-10-18T01:06:00.001-02:00</published><updated>2011-10-18T01:06:45.133-02:00</updated><title type='text'>Imaginação atrofiada</title><content type='html'>Nos anos setenta Mafalda perguntava em tirinhas divertidas se a televisão atrofiava a cabeça das crianças. Pois somos a garantia, não só a televisão, mas toda ficção, pode prejudicar o desenvolvimento de uma criança, de um adolescente e mesmo de um adulto. A verdade é que essa vida moderna - de excessiva diversão e reconhecimento gratuito - faz com que vejamos o mundo de maneira colorida, parecida com a facilidade de uma leitura simplista ou de um filme em preto e branco.  &lt;br /&gt;Sou vítima e causadora de meu maior problema: imaginação atrofiada. Por super-estimulada, ela já não tem medidas, cria e dá vida aos mais perfeitos humanos. Sim, esses seres reais apenas na imperfeição ganham contornos invejáveis na mente sonhadora. São como personagens de cinema, mas sem final. Estão à mercê das minhas necessidades e agem conforme me convém. Quem de carne, osso e pulsação pode competir com algo assim?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35881728-4491555484375998774?l=nat-fabuleuxdestin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/feeds/4491555484375998774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35881728&amp;postID=4491555484375998774&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/4491555484375998774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/4491555484375998774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/2011/10/imaginacao-atrofiada.html' title='Imaginação atrofiada'/><author><name>Nata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00607614884705260286</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_uNt0ykzQjYY/TF7x97DC3AI/AAAAAAAABGo/-dz2croZMW0/S220/pb.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35881728.post-2534733940053285902</id><published>2011-09-30T00:31:00.000-03:00</published><updated>2011-09-30T00:31:38.686-03:00</updated><title type='text'>Dos indignados</title><content type='html'>É fato consumado, o medo é a maior forma de censura. Em tempos de terror e absurdos, a paralisação e o conformismo parecem verdades absolutas. Artistas perguntam se ainda existem loucos enquanto bêbados cantam em ruas desertas. O conforto de ter mais do que o necessário para viver mantém a todos na proteção de seus lares. Foi por um inesperado golpe do sistema financeiro, que essas garantias conquistadas começaram a desmoronar e pessoas de diferentes partes do mundo passaram a fazer as mesmas perguntas e chegar às mesmas conclusões: este sistema não funciona para todos.&lt;br /&gt;Rápido como efeito dominó que ainda não derrubou sua última peça. A crise econômica, o enfraquecimento das super-economias, as medidas de austeridade, o desconforto da população.  Já em 2008, jovens na Grécia enfrentavam a polícia com pedras e bombas caseiras e a França paralisava. Entretanto, foi da maior colonizadora das Américas que saíram os gritos ecoados até agora. Espanhóis inconformados com o desprezo pela opinião pública e revoltados pela falta de identificação com os partidos e organizações existentes, levantavam a bandeira da Real Democracia. Esse vírus, classificado pelo mestre como indignação, se espalhou mesmo contra a vontade da mídia e dos detentores do poder.&lt;br /&gt;Madrid, Valencia, Barcelona, Lisboa, Atenas, Londres, Amsterdam, Argel, Tel Aviv, Sidney, Tokio, Milão, Toronto e Nova York. O mundo como conhecemos - que parecia imutável – mostra-se desgastado. O que era claro para pensadores e intelectuais passou a ser evidente para todos que ousam querer saber. Hoje é possível ver com nitidez as diferenças entre indignos e indignados.&lt;br /&gt;No Brasil o vírus da indignação parece não ter encontrado invólucros apropriados, a submissão a partidos ainda é forte neste sistema de ideologias compradas. Poucos são os que olham para além das fronteiras a procura de novas formas de viver, acostumados ao marasmo e ao conservadorismo. Ainda assim, já fazem parte do cotidiano porto-alegrense as demonstrações feitas à pedaladas, provocando o tráfico desta cidade que esquece seu passado com a mesma facilidade que protocola a mudança do nome de suas ruas e praças. Cidade esta que foi a primeira sede de um evento cujo slogan aparece nos cartazes de todas as cidades ocupadas: “um outro mundo é possível”.&lt;br /&gt;Outubro foi o mês escolhido para manifestações simultâneas de descontentamento, é preciso aproveitar enquanto as ideias e os objetivos dessas ações não são subvertidos, adaptados e incorporados pelo sistema. Enquanto não nos obrigam a tomar vacinas contra a indignação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35881728-2534733940053285902?l=nat-fabuleuxdestin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/feeds/2534733940053285902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35881728&amp;postID=2534733940053285902&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/2534733940053285902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/2534733940053285902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/2011/09/dos-indignados.html' title='Dos indignados'/><author><name>Nata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00607614884705260286</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_uNt0ykzQjYY/TF7x97DC3AI/AAAAAAAABGo/-dz2croZMW0/S220/pb.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35881728.post-3278369016077857561</id><published>2011-09-01T16:18:00.004-03:00</published><updated>2011-09-01T16:20:49.949-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ateísmo e preconceito'/><title type='text'>Pelo direito de ser ateu em um país conservador</title><content type='html'>O Brasil é um país extremamente conservador, bundas à parte. Aliás, as bundas também são bem conservadoras, a verdade é que quase tudo na mística desse país para turista ver é fruto de conservadorismo machista e católico. Apesar dos pesares, nos dizemos liberais e livres. Segundo a Wikipédia - e a maior parte da população mundial - o Brasil é uma das nações mais multiculturais e etnicamente diversas do planeta. Um Estado Laico. Aqui todas as religiões são respeitadas, templos das mais diversas crenças estão espalhados por nosso território e convivem pacificamente. Todos que acreditam em deus. Não importa se é um jeová, se é um deus católico ou judeu, se é um allah, mesmo se for um orixá ou qualquer outro tipo de ser sobrenatural criador e justificativa de tudo, tá valendo.&lt;br /&gt;A questão é essa: não importa qual sua fé, desde que você tenha uma. Fervorosa crença, os fanáticos religiosos transitam tranquilamente nesta terra de sol e mar sem moléstia alguma, afinal isso seria crime. Existe apenas uma coisa inaceitável por estas bandas: o ateísmo. Quer provas? Há tempos, um candidato à presidência teve de provar sua religiosidade quando foi acusado de ateísmo pois perderia a eleição se não acreditasse em deus. A falta de crença é algo incompreensível e imperdoável para maior parte da população brasileira; de A a D.&lt;br /&gt;Já passei por maus momentos nas minhas relações sociais, mas nunca me senti tão discriminada. Cheguei, em minha adolescência, a ouvir a seguinte frase “não dá pra ser amigo de quem não tem jesus no coração”. Mais recentemente ouvi “tenho tanta pena de você, sua vida deve ser muito triste, uma escuridão”, “você é tão limitada”, e “é que eu tenho alma...”. Eu tento respirar fundo e me controlar, afinal, o respeito aos religiosos é uma constante dos descrentes, mas a recíproca nunca foi verdadeira. Esse me parece o mais absurdo dos preconceitos. A carga histórica dessa repulsa e a intolerância dos crentes são frequentes e mesmo assim pouco comentadas nas mídias e nas conversas cotidianas. A humilhação que passei por não acreditar em seres sobrenaturais foi chocante ao ponto de me revoltar e provocar a pior das reações: a tentativa de um debate. Com argumentos e razões tentei explicar a descrença, mas frases de efeito clássicas eram usadas como respostas para invalidar meus protestos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Constituição Federal consagra como direito fundamental a liberdade de religião, prescrevendo que o Brasil é um país laico. Com essa afirmação queremos dizer que, consoante a vigente Constituição Federal, o Estado deve se preocupar em proporcionar a seus cidadãos um clima de perfeita compreensão religiosa, proscrevendo a intolerância e o fanatismo. Deve existir uma divisão muito acentuada entre o Estado e a Igreja (religiões em geral), não podendo existir nenhuma religião oficial, devendo, porém, o Estado prestar proteção e garantia ao livre exercício de todas as religiões.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é absurdo o fato de que ainda seja necessário lutar pelo direito de não acreditar? Minha ingenuidade não me deixou perceber no final do ensino fundamental que as frases e os olhares reprovativos a minha insistência em não participar da disciplina denominada “religião”, não eram casos pontuais e sim um claro retrato do pensamento vigente. Jamais pensei que me incomodaria novamente com essa questão, mas até para não participar das loucas crendices precisamos lutar a vida toda.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: sou a favor do aborto, do suicídio, da ciência, do conhecimento, da arte e do debate (desde que não seja com fanáticos religiosos).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35881728-3278369016077857561?l=nat-fabuleuxdestin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/feeds/3278369016077857561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35881728&amp;postID=3278369016077857561&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/3278369016077857561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/3278369016077857561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/2011/09/pelo-direito-de-ser-ateu-em-um-pais.html' title='Pelo direito de ser ateu em um país conservador'/><author><name>Nata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00607614884705260286</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_uNt0ykzQjYY/TF7x97DC3AI/AAAAAAAABGo/-dz2croZMW0/S220/pb.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35881728.post-7403216693146712120</id><published>2011-08-29T01:19:00.001-03:00</published><updated>2011-08-29T01:19:03.472-03:00</updated><title type='text'>Rindo da autoajuda</title><content type='html'>Quem resiste à autoajuda? Estão por todos os lados, em livros, filmes e músicas. Ajuda. Exemplos que se contam de histórias tristes, que lembram as nossas histórias, e que terminam felizes e superadas. Ou ao menos de cabeça erguida. Quantas vezes não menosprezamos esse enorme mercado, quantas vezes ridicularizamos a necessidade de ajuda para superar tolos problemas? As dificuldades dos outros sempre são simples, os outros sempre são fracos. &lt;br /&gt;Deus, Allah, Orixá, Gurus, trabalho, entretenimento. Tudo no mesmo saco, a mesma fraqueza. Anos se passaram desde que li algo que me marcou: se você gosta de um filme ou de um livro ou de uma música porque sente sua vida ali relatada/espelhada/narrada; você não sabe apreciar um filme, um livro nem uma música. Faz sentido quando se tem vinte anos de poucas emoções, grandes sonhos e um imenso interesse por tudo que é belo e exótico. Dois anos depois e já me custa entender. &lt;br /&gt;Outra noite, expliquei minha confusão pelo efeito de Saturno na vida das pessoas dos 21 aos 24 anos e passei horas refletindo sobre planetas e luas. É óbvio que foi a bebida quem abriu a porta da astrologia para mim, mas ainda assim, havia espaço para que ela entrasse. Minha repugnância por dogmas e religiões exclui qualquer possibilidade de eu me converter – no estilo fui drogada/prostituta e agora sou evangélica fervorosa - por sorte. O trabalho só me faria viver horas extras gratuitamente se me encantasse, o que nunca aconteceu. Agora, quando se fala em entretenimento, estamos na mesma página.&lt;br /&gt;Acabei de ver um filme baseado em um livro totalmente autoajuda que não representou nada quando vi pela primeira vez. Despreparada, de pijama num domingo, simplesmente trocando os canais da televisão cheguei a esse filme sobre viagens e descobertas que era ideal para acompanhar uma barra de chocolate. E me senti conquistada pela personagem, tocada pela história e encantada pelas descobertas mais óbvias, que são as descobertas de todo produto autoajuda. Fiquei um tempo depois em silêncio pensando que tinha enlouquecido e que me atiraria bombas de tinta há dois anos por chorar na cena final. &lt;br /&gt;Mas lembrei de outras coisas que li na internet como “força não é sinal de vida e sim de morte”, e como a “crista baixa depois de insistentes golpes”. Uma professora mais sábia disse que tudo é autoajuda, tudo que fazemos é feito para nos fazer bem, ou essa é a ideia geral, e cá estou eu escrevendo sobre esse momento de entrega aos mais óbvios conselhos e histórias, apenas para assegurar meu direito a me quebrar.  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35881728-7403216693146712120?l=nat-fabuleuxdestin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/feeds/7403216693146712120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35881728&amp;postID=7403216693146712120&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/7403216693146712120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/7403216693146712120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/2011/08/rindo-da-autoajuda.html' title='Rindo da autoajuda'/><author><name>Nata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00607614884705260286</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_uNt0ykzQjYY/TF7x97DC3AI/AAAAAAAABGo/-dz2croZMW0/S220/pb.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35881728.post-198689076734787485</id><published>2011-08-25T23:09:00.001-03:00</published><updated>2011-08-25T23:11:03.015-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brecha'/><title type='text'>Brecha</title><content type='html'>De inúmeras maneiras pensei em começar esta primeira postagem. Textos de espertos, rabiscos antigos, mensagens de entusiasmo e força. Nada disso parece caber aqui nesta lacuna, nesta brecha. Y trato de mirar el mundo al revés, como lo haría Mafalda, chiquita y confundida mirando por ese hueco. &lt;br /&gt;Assim como as passagens de certos livros nos marcam, certas palavras ditas ou esquecidas em momentos contidos nos segundos ou nos meses modificam visões e atitudes. É a parte humana do ser. Inevitável se transformar com o passar das horas e dos acontecimentos e eu realmente imploro para que essas mudanças apenas cessem no meu último suspirar. Me entrego ao que somos: pequenos retalhos, recortes, costurados, amarrados ou mesmo dispostos lado a lado, numa simplicidade única. &lt;br /&gt;Nem verdade nem passado. É bom construir um presente com a alegria de compartilhar aventuras, de mãos dadas e cabeças erguidas, como aquele belo casal andarilho das montanhas peruanas. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35881728-198689076734787485?l=nat-fabuleuxdestin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/feeds/198689076734787485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35881728&amp;postID=198689076734787485&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/198689076734787485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35881728/posts/default/198689076734787485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nat-fabuleuxdestin.blogspot.com/2011/08/brecha.html' title='Brecha'/><author><name>Nata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00607614884705260286</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_uNt0ykzQjYY/TF7x97DC3AI/AAAAAAAABGo/-dz2croZMW0/S220/pb.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total><georss:featurename>Porto Alegre - RS, Brasil</georss:featurename><georss:point>-30.0277041 -51.228734599999996</georss:point><georss:box>-30.196789600000002 -51.3755731 -29.8586186 -51.081896099999994</georss:box></entry></feed>
